| Obras Missionárias: para onde vai o dinheiro? |
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Costumamos entender trabalho missionário como catequese indígena mas o real significado do termo é bem diferente.
As missões chegaram ao Brasil no início do século XX e estabeleceram práticas de atuação que tinham como base a sede municipal, através inicialmente da instalação das Prefeituras Apostólicas, base territorial para o advento de prelazias e dioceses.
A ação missionária se desenvolve na cidade tendo como principais objetivos, a formação humana, digna e completa, desde a alfabetização até a capacitação para o trabalho. É privilegiado o ensino de artes e ofícios voltado para o universo masculino e a educação feminina.
Portanto, o trabalho missionário desempenha importante papel na afirmação da soberania do território nacional e na construção de um mundo mais justo.
São muitas as obras missionárias que recebem os recursos da Festa das Missões. As necessidades são priorizadas pelo Vicariato Geral da Ordem Agostiniana Recoleta que, conhecendo as necessidades dos diferentes núcleos missionários, se incumbe de destinar os recursos.
Selecionamos algumas obras assistidas, regularmente, pela Festa das Missões para que você possa conhecê-las melhor: |
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Ilha de Marajó
O trabalho missionário na Ilha de Marajó segue a linha tradicional adotada pela Ordem Agostiniana Recoleta – alfabetizar, formar e ensinar; despertar e treinar para o trabalho; evangelizar e confirmar na fé...
Os missionários estão em todas as pontas de trabalho. Nas escolas como educadores, nos centros de capacitação para o trabalho como formadores e treinadores capacitando e encorajando a população local a ingressar no mercado de trabalho.
A evangelização é parte integrante do trabalho missionário e, na Ilha de Marajó, ela se destaca e ganha forma especial com a alegria do povo.
A recompensa do trabalho missionário não tem preço. A presença pacífica, fraterna e amiga dos missionários é reconhecida pela população e, em Soure, esse reconhecimento ganhou símbolo em praça pública. A comunidade local ergueu, na Praça Magalhães Barata, um cruzeiro em homenagem aos 25 anos das atividades agostinianas recoletas.
Cidades onde os missionários agostinianos recoletos estão: Afuá, Portel, Salvaterra, Breves e Soure |
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Policlínica Santa Mônica – R. J. Fundada em 1982 a policlínica funciona na Paróquia Santa Mônica, no Leblon – Rio de Janeiro. Todos os serviços são gratuitos pois se destinam às pessoas pobres daquela região. Atualmente as áreas de atendimento são:
clínica médica, ginecologia, ortopedia, pediatria, odontologia, fisioterapia, dermatologia, reumatologia, endocrinologia, odontopediatria, psiquiatria, psicologia, fonoaudiologia, cardiologia, shiatsu, angiologia, pneumologia e terapia familiar. |
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Policlínica Santa Mônica – R. J.
Fundada em 1982 a policlínica funciona na Paróquia Santa Mônica, no Leblon – Rio de Janeiro. Todos os serviços são gratuitos pois se destinam às pessoas pobres daquela região. Atualmente as áreas de atendimento são:
clínica médica, ginecologia, ortopedia, pediatria, odontologia, fisioterapia, dermatologia, reumatologia, endocrinologia, odontopediatria, psiquiatria, psicologia, fonoaudiologia, cardiologia, shiatsu, angiologia, pneumologia e terapia familiar. |
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Alfabetização e educação de jovens e adultos – Rio de Janeiro
No horário noturno alunos recebem formação em cursos gratuitos ou semi gratuitos. As turmas vão desde a alfabetização até o ensino médio e as aulas acontecem na sede Leblon do Colégio Santo Agostinho. |
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Oficinas de Costura Santa Rita de Cássia – Rio de Janeiro
Os grupos de voluntários das oficinas de costura se reúnem semanalmente. O maior foco do trabalho é fazer enxovais que são doados às gestantes que não tem como comprá-los. |
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Creche Santa Rita – Morro do Vidigal / Rio de Janeiro
A creche assiste crianças carentes da região que recebem refeição, cuidados básicos de higiene e saúde, recreação e formação saudáveis e adequadas a cada faixa etária. São atendidas cerca de 80 crianças por ano. |
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